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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Não creio ... na brandura do teu olhar !



Autoria : M Ivoneide J de Melo.

Olhaste-me com olhos mansos
de quase ternura di-ser-ia
havia brandura no canto
esquerdo

desconfio do teu coração ...
é vazio !
Com certeza não fora p'mim
...
quisera !

dos lábios que beijei
os teus tatuaram o
idilio do poema que resiste
em não fechar

ébrio da rua d' algum
coração flechou o meu ...
des a percebida mente !

Sopras-me a brisa ternurienta
morna e quente ... és como
o vento do deserto
...

revelas na brandura
as ruínas
do que foi belo um dia
não creio na ternura
do teu olhar
15/01/2015
— em Maceió.

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