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domingo, 25 de setembro de 2016

Confissão duma tia mãe!!!

Confissão duma tia mãe que ainda sente o perfume de sua sobrinha filha nos seus braços!
Ana, qdo vi essa imagem, essas rosas miúdas, envolvida por um rústico adorno , lembrei-me de ti, sabe, sua ausência só não é maior que a certeza que vou te encontrar num dia próximo, hoje é um dia marcante, pra mim, pro Ivan Alexandrino Paes Paes e a Analeide Alexandrino foi num dia neste de 19 de setembro, que a vi pela primeira vez, e pela primeira vez senti o sabor doce do que é amar...ainda tão menina qto vc!
Ana, minha querida Ana , hoje tu já sabias qual seria o presente pois antes já havia te perguntado o que querias receber de mim, sabe, Ana, a cada ano que se passa sem ti, é guardado no meu coração teus presentes de aniversário é que te entregarei todos e juntas a gente vai chorar , mas de alegria!
Esqueci ...de te lembrar naquele 11 de agosto de 2010 que não era pra ir embora e me deixar; vc e eu tínhamos a segurança em Deus que ELE não ia te tirar do nosso convívio, fomos pegos de surpresa... surpresa super desagradável, pois a menina que amávamos ia pros braços de quem a deixou no meio de nós ... ia voltar pros seus braços, braços confortáveis de PAI...é dura a realidade palpável, seguro as lágrimas que querem de qualquer maneira embaçar meus olhos ... a impeço de virem pra poder conversar com vc, Ana!
Essa imagem que encontrei num lugar qualquer chamou-me atenção pela simplicidade e beleza, igual a ti, Nani, que sempre meiga, dócil e frágil não gostava de demonstrar fraquezas e qq coisa do gênero, titia sabia que naquela altiva mulher residia a sensível menina moça que estava aprendendo a ser mulher, enérgica, sobretudo consigo, escondia a menina que acalantei nos meus braços... Ahhh gostaria que o tempo parasse e vc não crescesse, ficasse sempre a minha Ana Lúcia...






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